Façam comigo um pequeno exercício de cálculo.
O português tem um salário médio igual a +/- 60% do salário médio da Europa comunitária.
Na nossa vizinha Espanha o mesmo valor é de +/- 90%.
O nosso valor normal de imposto ao consumo (IVA) é de 21%. Um dos valores mais altos da mesma Europa.
Se extrapolarmos o esforço que temos que fazer do nosso rendimento médio para suportar o imposto ao consumo, tendo em consideração o rendimento médio da EU, poderíamos dizer que é superior em +/- 40% do da média comunitária, ou seja, na realidade o nosso esforço equipara-se a um pagamento de IVA na ordem dos: ( fazendo uma regra de três simples)
21% = 60%
X = 100%
X = 35%
Pelo que disse, na realidade, o nosso esforço equivale a uma taxa de IVA de +/- 35%.
Só isto leva-me a fazer o seguinte comentário, ou o estado (leia-se governos), "estoira" com os consumidores, ou "estoira" com toda a economia ou com ambos. E é o que está a acontecer.
Somando os impostos indirectos, que muitos deles são cegos, com os encargos de estrutura e actividade das PME's, tudo isto me cheira a "esturro".
Nem os consumidores nem as PME´s, conseguem suportar este atentado.
Aliás o que este governo está a fazer com o combate ao défice (digo combate e não controlo) é o mesmo que nós pais de família, chegasse-mos a casa e tivéssemos uma carta do Banco onde temos o nosso crédito á habitação, a dizer que o prazo de pagamento tinha sido reduzido de 30 anos para 10 anos. Eventualmente íamos pagando, mas antes do prazo "morreríamos á fome".
Esta política económica, em simbiose com a conjuntura económica internacional, está a conduzir a uma desestruturação da nossa sociedade a todos os níveis:
Económico;
Social;
Familiar.
Um dia, teremos os Bancos (ou já temos) a reinar, mas o rei vai nú, assim como nos EUA.
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